Edson Onodera, Advogado

Edson Onodera

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Direito Tributário, 100%

É o segmento do direito financeiro que define como serão cobrados dos cidadãos os tributos e outr...

Comentários

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Edson Onodera, Advogado
Edson Onodera
Comentário · há 10 meses
Boa postagem, Dra. Nanci. Entretanto, me parece que estou com a mesma (má) percepção de vários colegas. "Tudo continua como antes; só mudaram a embalagem". Aqueles que pagam as anuidades da Ordem sentem-se ultrajados com tantas regulamentações; é a entidade que, do alto de sua sabedoria, se arroga a determinar o que os advogados podem ou não fazer, como se estes profissionais fossem ignorantes da lei ou dos princípios jurídicos. "Bem como é necessário que toda qualquer informação sejam (seja) objetivas (objetiva) e verdadeiras (verdadeira)" - é um pressuposto pouco honroso: supõe que o advogado vai anunciar "tergiversando" ou até falseando informações. Muitas pessoas detestam ver publicidade sobre determinado produto (ressaltando tantas qualidades) mas omitindo preço porque infelizmente existe a prática do "valor conforme a cara do freguês". Aliás, por causa disso é hábito (ou norma) os restaurantes deixarem os preços dos pratos bem visíveis. Mas, na advocacia isso é proibido! Não é errado anunciar, a meu ver algo como "Dr. Silva - consultas jurídicas a partir de R$ 300,00". Fizeram do termo "mercantilização" como algo abjeto, mas a realidade prática é que trabalhos de advocacia precisam "ser vendidos"; por que não? Advogados de hoje não são como os aristocratas da Baixa Idade Média, os bacharéis ("bas chevallier") que eram sustentados financeiramente por reis e senhores feudais; precisam vender. Penso que é preciso LIBERDADE para a "profissão liberal" que é a advocacia. Com ou sem regulamentação, excessos e deslizes do exercício profissional continuarão a existir e nada impede que venham punições disciplinares. Em suma, essa nova regulamentação muda pouco (ou nada) do que já existia. "SMJ".

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Bruno Bastos, Advogado
Bruno Bastos
Comentário · há 10 meses
Antes de me tornar advogado eu já era publicitário, minha primeira formação, e atuei alguns anos na área, com especializações em marketing e gestão comercial. Costumo dizer que a experiência, a prática, ensina mais que os "bancos" da faculdade.

Como advogado fui atuante junto à advocacia jovem em meu estado, onde tive a oportunidade de palestrar por diversas vezes no Curso de Iniciação à Advocacia, promovido pela OAB/ES - por meio da Comissão da Jovem Advocacia - para colegas recém chegados. Nesse curso eu ministrava o tema "Marketing, Publicidade e Propaganda na Advocacia".

Há pouco mais de dois anos participei do debate sobre as alterações no provimento 2000/94 promovido pelo CFOAB na OAB/ES conduzido pelo Dr Ary Raghiant Neto, Secretário-Geral-Adjunto.

Apesar de concordar com a necessidade de atualização normativa, entendo que, na prática, tais alterações não surtirão o efeito que a grande maioria dos colegas (em especial aqueles que ainda não possuem uma carteira saudável e perene de clientes) almeja, pois no caso da advocacia - assim como o da maioria dos profissionais liberais - o que atrai a boa clientela não é publicidade (que é o termo correto, no caso), mas sim o serviço de qualidade e, fundamentalmente, RELACIONAMENTO.

Profissional liberal ganha cliente POR INDICAÇÃO, não por postagem em Rede Social.

As postagens são, sim, importantes, mas como forma de subsidiar o que o RELACIONAMENTO promove.

Os clientes que chegam até você porque viram sua postagem em uma rede social, nem sempre serão clientes bons. Na grande maioria das vezes, estarão apenas querendo esclarecer uma dúvida...e sem pagar honorários.

Por outro lado, após uma indicação sua feita por um de seus clientes (aquele a quem você prestou um magnífico serviço e que, por isso, ficou extremamente satisfeito) a outro potencial cliente (da mesma "envergadura", ou seja, um provável futuro cliente com demandas promissoras e capacidade financeira para bancar sua contratação), faz com que este, interessado e curioso quanto às qualidades enumeradas por ocasião da indicação, procure saber um pouco mais a seu respeito e, nessa hora, as redes sociais fazem o papel delas, corroborando.

Logo, o papel das redes sociais é secundário e é isso que devemos ter em mente. As alterações no provimento não farão a diferença esperada por muitos.

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